Essa senhora, que eu não faço a menor ideia do nome, ou da idade, ou de onde mora ou quem são seus amigos, já se tornou tão característica que é quase uma daquelas pessoas que são esteriótipos. Toda vez que eu vejo uma senhora de meia idade, com roupas de senhora e batom (e olha que eu nem sei bem se ela usa batom) eu já logo imagino que é ela, mas aí me lembro que estou em Bauru e não em Rio Claro, me lembro que não vou chegar em casa, nem ver minha mãe, nem papai, nem o Pepê....
Lembrar desta senhora, para uma pessoa como eu que gosta de rotina, é sempre algo muito familiar. É lembrar da rodoviária, das pessoas que eu encontro, das que eu rezo para não encontrar, é esperar meu irmão que sempre vem atrasado, sorriso, "oi, como você está?", "tchau, vai com Deus". É feliz.
Infelizmente por ora não tem esta rotina, mas tem café da manhã, insônia durante o dia e vida a noite. Anda tendo até Copa do Mundo.
Logo teremos mais chocolate de criança.

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