quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Dejà Vu
Viver todos os dias a mesma nostalgia da separação temida é viver eternamente em um triste Dejà Vu
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Eu tenho uma dúvida que sempre me perturbou: Qual estilo de música você gosta? Ora, preciso gostar de algum estilo específico? Um dia gostei de BSB, de Sankank, CPM 22, assim como gostei de Metallica, Balck Sabbath e Iron Maiden.
"Um minuto para o fim do mundo" já foi a explicação da minha vida. Assim como "As long as you love me" ou "The Tears of the Dragon".
Hoje, se fala de alguma coisa, ou se podemos considerar que hoje é mais que ontem. A minha música é samba, a minha vida é samba.
Me encontrei no samba, no samba rock, no rockzinho bem brasileiro, "meu nego que chegou da boemia", "do gringo que subiu no morro", dos "meus caros amigos".
Desse somzinho que me dá sono, que me faz dançar bem devagarinho. Desse som que me dá vontade de te abraçar, dançar juntinho, beijar, expressão pequena e única de felicidade em forma de música.
O samba é simples, doce, safado, gentil, gostoso, bonito, poesia e grosseria.
É a expressão primeira da felicidade, da "pequena felicidade do dia-a-dia"
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Saudades de outra rotina
Na rodoviária de Rio Claro tem uma mulher que eu vejo todas as vezes que passo por lá. Meia idade, nem alta nem baixa, cabelos castanhos, nem magra nem gorda, roupas tipo senhora (saia, blusa de linha), óculos e cabelo na altura do ombro. Ela é não é exatamente uma senhora boazinha, sempre recebe as pessoas no guichê com uma cara fechada. Mas ela já me deu um ou outro sorriso, algumas vezes até respondeu meu "obrigada" ou meu "bom dia".
Essa senhora, que eu não faço a menor ideia do nome, ou da idade, ou de onde mora ou quem são seus amigos, já se tornou tão característica que é quase uma daquelas pessoas que são esteriótipos. Toda vez que eu vejo uma senhora de meia idade, com roupas de senhora e batom (e olha que eu nem sei bem se ela usa batom) eu já logo imagino que é ela, mas aí me lembro que estou em Bauru e não em Rio Claro, me lembro que não vou chegar em casa, nem ver minha mãe, nem papai, nem o Pepê....
Lembrar desta senhora, para uma pessoa como eu que gosta de rotina, é sempre algo muito familiar. É lembrar da rodoviária, das pessoas que eu encontro, das que eu rezo para não encontrar, é esperar meu irmão que sempre vem atrasado, sorriso, "oi, como você está?", "tchau, vai com Deus". É feliz.
Infelizmente por ora não tem esta rotina, mas tem café da manhã, insônia durante o dia e vida a noite. Anda tendo até Copa do Mundo.
Logo teremos mais chocolate de criança.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Feliz Aniversário, meu amor.
O que são na verdade Aniversários? Para mim são mais uma oportunidade de dizer a alguém o que sentimos com relação à ela do que propriamente a comemoração de anos já vividos.
Mas hoje, só hoje esse 2 de dezembro de 2009, o sentimento de "Feliz Aniversário" está com um gosto um pouco diferente, estranho até.
Talvez por que hoje eu não tenha liberdade de dizer o que eu disse todos anos, de pensar o que pensei todos os anos, de sonhar tudo que sonho esses 4 anos...
Hoje vejo de longe os outros aniversários, o outro você. Antes éramos lado a lado, agora existe uma multidão de pessoas e pensamentos entre nós. Nos seguramos em último fio de esperança para não deixar que a separação física imposta e querida não seja extremamente real.
Eu sinto como se você estivesse escapando rumo a lugar triste...sei lá como nomeá-lo... esquecimento, talvez. Talvez você não possa ver este afastamento lento que eu me vem a mente com imagens nitídas de um sonho vivido real. E tenho tantos sonhos vivídos reais que até você, se eu te contasse, acreditaria têlos vívo, um a um, comigo. Sempre tive essa mania de visualizar sonhos, e torná-los tão reais é desesperador.
Hoje é um dia estranho, diferente de outros aniversários, pelo menos bem diferente deste aniversário bem específico. Não é um aniversário marcado pela vontade de abraçar, de beijar, de estar perto - porque nossos corpos ou nossas almas sempre foram forçados a ficar distantes -, dizer que a coisa mais importante do mundo é você, que meu desejo é de ver sua felicidade sempre sempre muitoo grande, lembrar que estaríamos juntos para sempre lado a lado, não importa o que acontecer.
Hoje a vontade também é de abraçar, abraçar um abraço nostalgico, triste, culpado porque não? O abraço não é mais permitido e mesmo que fosse como apagar a carga de mágoas que ele traz consigo?.
A vontade as vezes é de esquecer de tudo, deixar a multidão de lado e só dizer baixinho, naquele tom que só você entenderia: "Não vai embora, eu preciso de você", "Não quero perder mais nada de você", "Tudo será como antes"...
Sinto como se a cada dia eu perdesse um pedaço de você e tenho a impressão que é minha memória apagando os momentos que a gente passou junto, não consigo evitar esse esquecimento natural.
Te desejo ainda hoje toda a felicidade do mundo, porque a sua felicidade é também a minha. Por que acredito, ainda HOJE, que você é um pedaço de vida, da minha vida seja ela passada presente ou futura.
Para mim este aniversário de hoje é a oportunidade de dizer "styska se mi po tobe", "Eu tenho nostalgia de você".
=)
Mas hoje, só hoje esse 2 de dezembro de 2009, o sentimento de "Feliz Aniversário" está com um gosto um pouco diferente, estranho até.
Talvez por que hoje eu não tenha liberdade de dizer o que eu disse todos anos, de pensar o que pensei todos os anos, de sonhar tudo que sonho esses 4 anos...
Hoje vejo de longe os outros aniversários, o outro você. Antes éramos lado a lado, agora existe uma multidão de pessoas e pensamentos entre nós. Nos seguramos em último fio de esperança para não deixar que a separação física imposta e querida não seja extremamente real.
Eu sinto como se você estivesse escapando rumo a lugar triste...sei lá como nomeá-lo... esquecimento, talvez. Talvez você não possa ver este afastamento lento que eu me vem a mente com imagens nitídas de um sonho vivido real. E tenho tantos sonhos vivídos reais que até você, se eu te contasse, acreditaria têlos vívo, um a um, comigo. Sempre tive essa mania de visualizar sonhos, e torná-los tão reais é desesperador.
Hoje é um dia estranho, diferente de outros aniversários, pelo menos bem diferente deste aniversário bem específico. Não é um aniversário marcado pela vontade de abraçar, de beijar, de estar perto - porque nossos corpos ou nossas almas sempre foram forçados a ficar distantes -, dizer que a coisa mais importante do mundo é você, que meu desejo é de ver sua felicidade sempre sempre muitoo grande, lembrar que estaríamos juntos para sempre lado a lado, não importa o que acontecer.
Hoje a vontade também é de abraçar, abraçar um abraço nostalgico, triste, culpado porque não? O abraço não é mais permitido e mesmo que fosse como apagar a carga de mágoas que ele traz consigo?.
A vontade as vezes é de esquecer de tudo, deixar a multidão de lado e só dizer baixinho, naquele tom que só você entenderia: "Não vai embora, eu preciso de você", "Não quero perder mais nada de você", "Tudo será como antes"...
Sinto como se a cada dia eu perdesse um pedaço de você e tenho a impressão que é minha memória apagando os momentos que a gente passou junto, não consigo evitar esse esquecimento natural.
Te desejo ainda hoje toda a felicidade do mundo, porque a sua felicidade é também a minha. Por que acredito, ainda HOJE, que você é um pedaço de vida, da minha vida seja ela passada presente ou futura.
Para mim este aniversário de hoje é a oportunidade de dizer "styska se mi po tobe", "Eu tenho nostalgia de você".
=)
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Medo
O Milan Kundera me fascina, mas também me apavora.
Um dia ele vem e me diz que a “insustentável leveza do ser” nos leva por caminhos que a gente não faz a menor idéia se são corretos ou não. No mesmo dia ele acrescenta que toda essa baboseira de amor em plenitude total, à completa sincronia de almas, o amor tranqüilo só pode ser encontrado na hora da morte, ou depois dela talvez. E que na verdade a vida e as nossas escolhas traçam nosso futuro, é difícil pensar que não tem nada traçado lá no fim. É apavorante a responsabilidade por tudo isso. Quem define mesmo a nossa vida é o acaso, as decisões (muitas mal tomadas no calor das emoções), algum impulso. Nada de muito concreto. Para alguém controlador como eu essas considerações são de surtar. Por isso acho que ando meio surtada, lendo Kundera e observando a minha vida passar.
Já “A ignorância” é uma aula de realidade bem ambientada. O que significa tudo na minha memória, talvez não passe de traços de recordações sem forma na sua cabeça. Onde estaremos daqui a muito tempo? Gostaria muito de continuar pensando que não é possível se perder no mundo quando algo foi tão importante. Mas “A ignorância” me diz que importância que tem para mim pode não ser nada para você, e agora? E se for, pode sim deixar de ser, você pode amar e escolher ficar longe, ou não perceber que ama, e quando parar para prestar atenção! aqueles muitos anos de espera não passaram de um piscar de olho em que tudo se perdeu. Essa história de o que tiver de acontecer, vai acontecer, mentira! O que vai acontecer depende das escolhas que estamos tomando agora.
Kundera não me deixa opções, se insistir já não deu resultados (afinal não tem como colocar as minhas certezas na cabeça de ninguém), deixar passar pode ser trágico. Não quero olhar pra traz e ver que eu não fiz nada para impedir, mas impensável fazer algo agora.
Se o único sentimento que se revela em meio a tantos outros não pode ser definido em português (mas Kundera define em tcheco styska se mi po tobe), não significa nada na prática.
Se estar longe é como perder uma parte de alma, estar perto é perder tempo de vida.
A proximidade é impossível pelos anos discutidos, pelas palavras não ditas, pelos momentos não vividos, pelas mágoas imperdoáveis passadas (bem presentes e também futuras, acredito eu se permitidas), pelo amor desperdiçado (a gente tinha tanto amor assim pra jogar fora dessa maneira? Não acredito que fosse demais). Mas a ignorância é o que separa. Espero que refletir sobre o que acontece já seja uma maneira de não deixar a vida passar sem interferir. Eu penso, e todo dia chego a mesma conclusão: eu quero distância! Mas tenho muito medo de te perder no mundo. Eu não entendo seus sentimentos? Ou você não entende seus sentimentos? Milan Kundera entende, esclarece, mas não apresenta caminhos.
Se eu pudesse te dar um conselho seria “Pense!”, tente entender que existe algo mais. Kundera é uma boa referência bibliográfica.
Trecho de “A Ignorância”, nem de longe o melhor livro, mas de longe a melhor definição de amor (ao menos do meu).
"Em grego, retorno se diz nóstos. Álgos significa sofrimento. A nostalgia é portanto o sofrimento causado pelo desejo irrealizado de retornar. Para essa noção fundamental, a maioria dos europeus pode utilizar uma palavra de origem grega (nostalgie, nostalgia), e também outras palavras com raízes em sua língua nacional: añoranza, dizem os espanhóis; saudade, dizem os portugueses. Em cada língua, essas palavras possuem uma conotação semântica diferente. [...] Os tchecos, além da palavra nostalgia de origem grega, têm para a noção seu próprio substantivo, stesk, e seu próprio verbo; a frase de amor mais comovente em tcheco: styska se mi po tobe: sinto nostalgia de você; não posso suportar a dor da sua ausência. Em espanhol, añoranza vem do verbo añorar (ter nostalgia), que vem do catalão enyorar, derivado, este da palavra latina ignorare (ignorar). À luz dessa etimologia, a nostalgia surge como o sofrimento da ignorância. Você está longe e não sei o que se passa com você."
Um dia ele vem e me diz que a “insustentável leveza do ser” nos leva por caminhos que a gente não faz a menor idéia se são corretos ou não. No mesmo dia ele acrescenta que toda essa baboseira de amor em plenitude total, à completa sincronia de almas, o amor tranqüilo só pode ser encontrado na hora da morte, ou depois dela talvez. E que na verdade a vida e as nossas escolhas traçam nosso futuro, é difícil pensar que não tem nada traçado lá no fim. É apavorante a responsabilidade por tudo isso. Quem define mesmo a nossa vida é o acaso, as decisões (muitas mal tomadas no calor das emoções), algum impulso. Nada de muito concreto. Para alguém controlador como eu essas considerações são de surtar. Por isso acho que ando meio surtada, lendo Kundera e observando a minha vida passar.
Já “A ignorância” é uma aula de realidade bem ambientada. O que significa tudo na minha memória, talvez não passe de traços de recordações sem forma na sua cabeça. Onde estaremos daqui a muito tempo? Gostaria muito de continuar pensando que não é possível se perder no mundo quando algo foi tão importante. Mas “A ignorância” me diz que importância que tem para mim pode não ser nada para você, e agora? E se for, pode sim deixar de ser, você pode amar e escolher ficar longe, ou não perceber que ama, e quando parar para prestar atenção! aqueles muitos anos de espera não passaram de um piscar de olho em que tudo se perdeu. Essa história de o que tiver de acontecer, vai acontecer, mentira! O que vai acontecer depende das escolhas que estamos tomando agora.
Kundera não me deixa opções, se insistir já não deu resultados (afinal não tem como colocar as minhas certezas na cabeça de ninguém), deixar passar pode ser trágico. Não quero olhar pra traz e ver que eu não fiz nada para impedir, mas impensável fazer algo agora.
Se o único sentimento que se revela em meio a tantos outros não pode ser definido em português (mas Kundera define em tcheco styska se mi po tobe), não significa nada na prática.
Se estar longe é como perder uma parte de alma, estar perto é perder tempo de vida.
A proximidade é impossível pelos anos discutidos, pelas palavras não ditas, pelos momentos não vividos, pelas mágoas imperdoáveis passadas (bem presentes e também futuras, acredito eu se permitidas), pelo amor desperdiçado (a gente tinha tanto amor assim pra jogar fora dessa maneira? Não acredito que fosse demais). Mas a ignorância é o que separa. Espero que refletir sobre o que acontece já seja uma maneira de não deixar a vida passar sem interferir. Eu penso, e todo dia chego a mesma conclusão: eu quero distância! Mas tenho muito medo de te perder no mundo. Eu não entendo seus sentimentos? Ou você não entende seus sentimentos? Milan Kundera entende, esclarece, mas não apresenta caminhos.
Se eu pudesse te dar um conselho seria “Pense!”, tente entender que existe algo mais. Kundera é uma boa referência bibliográfica.
Trecho de “A Ignorância”, nem de longe o melhor livro, mas de longe a melhor definição de amor (ao menos do meu).
"Em grego, retorno se diz nóstos. Álgos significa sofrimento. A nostalgia é portanto o sofrimento causado pelo desejo irrealizado de retornar. Para essa noção fundamental, a maioria dos europeus pode utilizar uma palavra de origem grega (nostalgie, nostalgia), e também outras palavras com raízes em sua língua nacional: añoranza, dizem os espanhóis; saudade, dizem os portugueses. Em cada língua, essas palavras possuem uma conotação semântica diferente. [...] Os tchecos, além da palavra nostalgia de origem grega, têm para a noção seu próprio substantivo, stesk, e seu próprio verbo; a frase de amor mais comovente em tcheco: styska se mi po tobe: sinto nostalgia de você; não posso suportar a dor da sua ausência. Em espanhol, añoranza vem do verbo añorar (ter nostalgia), que vem do catalão enyorar, derivado, este da palavra latina ignorare (ignorar). À luz dessa etimologia, a nostalgia surge como o sofrimento da ignorância. Você está longe e não sei o que se passa com você."
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Onde estarão o rei e o príncipe?
Achei que o melhor era ficar quieta, me ensinaram que o que está errado é sempre descoberto.
Me disseram que eu não ganharia nada discutindo ou brigando, mas esqueceram de mencionar tudo que eu perderia.
Tentaram me transformar em mais uma folha levada pelo vento.
O que tava errado nunca descobriram...
Colocaram uma máscara no meu rosto, todo mundo se assustou e eu fiquei quieta.
O farsante continuou criando farsas, com a mente esperta e sorriso alegre conquistou o mundo; o oportunista aproveitou as oportunidades pra fazer amigos (não acredito que tenha ganhado lá grandes coisas) pobre oportunista seu mal é dependência que torna o rosto mais luminoso numa folha de papel em branco ; os figurantes acreditaram em tudo, uns se assustaram mais com a minha máscara outros ainda viam uma luzinha azul bem fraquinha saindo dos meus olhos. O céu ficou cinza mas ninguém percebeu. Mas acredite quem não desistiu foi o bobo da corte. A natureza do bobo não deixou que ele desistisse, pobre bobo sempre querendo divertir alguém para esconder sua inutilidade. Como todo bobo é o que esperam que ele seja, a tristeza do bobo é sua falta de personalidade.
Mas o bobo de tão bobo e por fazer tantas bobeiras me abriu os olhos.
Tenho medo do que vejo por traz das máscaras. Não consigo encontrar nenhum rei ou príncipe.Teriam raptado a família real? ou seria tudo mais uma lenda?
Enquanto isso os bobos da corte se espalham desesperados.
Me disseram que eu não ganharia nada discutindo ou brigando, mas esqueceram de mencionar tudo que eu perderia.
Tentaram me transformar em mais uma folha levada pelo vento.
O que tava errado nunca descobriram...
Colocaram uma máscara no meu rosto, todo mundo se assustou e eu fiquei quieta.
O farsante continuou criando farsas, com a mente esperta e sorriso alegre conquistou o mundo; o oportunista aproveitou as oportunidades pra fazer amigos (não acredito que tenha ganhado lá grandes coisas) pobre oportunista seu mal é dependência que torna o rosto mais luminoso numa folha de papel em branco ; os figurantes acreditaram em tudo, uns se assustaram mais com a minha máscara outros ainda viam uma luzinha azul bem fraquinha saindo dos meus olhos. O céu ficou cinza mas ninguém percebeu. Mas acredite quem não desistiu foi o bobo da corte. A natureza do bobo não deixou que ele desistisse, pobre bobo sempre querendo divertir alguém para esconder sua inutilidade. Como todo bobo é o que esperam que ele seja, a tristeza do bobo é sua falta de personalidade.
Mas o bobo de tão bobo e por fazer tantas bobeiras me abriu os olhos.
Tenho medo do que vejo por traz das máscaras. Não consigo encontrar nenhum rei ou príncipe.Teriam raptado a família real? ou seria tudo mais uma lenda?
Enquanto isso os bobos da corte se espalham desesperados.
Como criar uma história
Toda história precisa de um farsante, de um oportunista, de um bobo da corte, de figurantes para serem enganados e é claro de alguém que possa ver os rostos por traz das máscaras.
Eu não gosto do que vejo.
Eu não gosto do que vejo.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Início
Dançar com a ausência
aproveitar as companhias
queimar com paixões
viver o instante
sem desistir de mudar o mundo.
(Fabio Rocha)
aproveitar as companhias
queimar com paixões
viver o instante
sem desistir de mudar o mundo.
(Fabio Rocha)
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